United Nations Office on Drugs and Crime
Regional UNODC Websites

Login

Search

UNODC Brasil e Cone Sul
Quem somos
Áreas de Atuação
Perfil do País e Estatísticas
Nossos Projetos
Parcerias Estratégicas
Campanhas e Links
Biblioteca e Publicações
Notícias e Eventos
Equipe e Contatos
 
Comissão de Prevenção ao Crime
Comissão de Narcóticos (CND)
Junta de Fiscalização de Entorpecentes
Iniciativa Global da ONU contra o Tráfico de Pessoas (UN.GIFT)
Rede Global da Juventude
Mundo Jovem OBID/SENAD
 
Informações para Países Membros
 
Central de Notícias da ONU
Eventos da ONU
UNODC is cosponsor of the Joint United Nations Programme on HIV/AIDS - UNAIDS

 


SHIS QI 25 conj 3 casa 7, CEP 71660-230 Brasília, DF, Brasil
Telefone: +55 61 3204-7200 / Fax: +55 61 3204-7222
E-mail: unodc.brasil@unodc.org


Assessoria de Comunicação


Manual anticorrupção destaca boas práticas adotadas por grandes empresas globais

 

Publicação do UNODC em parceria com a PricewaterhouseCoopers analisa medidas adotadas pelas empresas mais bem classificadas pelo ranking Fortune Global 500

 

 

Viena, 17 de setembro de 2009 - Lançado nesta quinta-feira (17), em Viena, na Áustria, um novo manual anticorrupção traça perfis de políticas e medidas aplicadas para impedir a corrupção nas empresas listadas pelo ranking Global 500 da revista internacional de negócios Fortune. O relatório, publicado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), em colaboração com a PricewaterhouseCoopers (PwC) - especialista em auditoria e consultoria -, reúne variados exemplos, destacando boas práticas e diferentes abordagens.

"Não há um modelo único de regras para evitar a corrupção, mas as empresas não devem ficar abaixo dos padrões internacionais estabelecidos na Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção", disse o diretor-executivo do UNODC, Antonio Maria Costa. Para o sócio da PwC na Áustria Friedrich Roedler, "líderes e gestores devem definir o padrão por cima, fortalecendo uma política de tolerância zero".

Durante o lançamento, os participantes do painel de discussão mediado pelo jornalista Haig Simonian, do Financial Times, ressaltaram a necessidade de identificar boas práticas e fazer as empresas aplicá-las. A importância da avaliação do cumprimento de metas também foi enfatizada. "Muitas vezes há um grande vácuo entre o que as empresas dizem e o que fazem, especialmente quando grandes quantidades de dinheiro estão em jogo", reforçou Costa.

"O setor privado tem muito a perder com a corrupção e tem considerável influência para acabar com o problema", observou Costa. O diretor-executivo do UNODC pediu aos líderes empresariais que participem do Fórum Global de Combate à Corrupção e Segurança da Integridade, marcado para 7 e 8 de novembro em Doha, Qatar, bem como da terceira sessão da Conferência dos Estados-Membros para a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, logo em seguida, de 9 a 13 de novembro, na mesma cidade. "Será uma oportunidade de ouro para fortalecer a responsabilidade corporativa de acordo com o único instrumento mundial anticorrupção", avaliou.

Após reunir exemplos de boas práticas existentes, o próximo passo é tê-las amplamente aplicadas. O relatório completo está disponível no site do UNODC, em inglês.

Veja os principais pontos do Relatório Políticas e medidas anticorrupção das empresas listadas pela Fortune Global 500 (em português)

 

 

Mais informações e contato:

 

Marcos Ricardo dos Santos
Assessoria de Comunicação
Tel: +55 (61) 3204-7206
E-mail: marcos.santos@unodc.org



back to top