ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes

Conheça abaixo os embaixadores que trabalham principalmente com o ODS 16!

 

Ana Júlia Fernandes

Edição: 2020, São Paulo, SP

Ana Júlia Fernandes, 23 anos, é uma mulher com deficiência intelectual e faz parte do grupo de Autodefensores do Instituto Jô Clemente (Antiga APAE DE SÃO PAULO). Atua a anos em espaços sociais em prol dos direitos da pessoa com deficiência e, por isso, é conselheira no Conselho Municipal dos Direitos da Juventude, estando no assento da Deficiência e Mobilidade Reduzida. Pretende utilizar os conhecimentos do curso para desenvolver um grupo sobre os ODS e Agenda 2030 no Conselho.

 

Anna Beatriz Dimas Furtado

Edição: 2016, Brasília, DF

Atualmente reside em: Gama, DF

Anna é graduanda de Línguas Estrangeiras Aplicadas (LEA) pela Universidade de Brasília (UnB), com ênfase em direitos humanos, migração e refúgio. Cursou Liderança Global com foco em Inovação Social pela Universidade de George Washington (GWU). Já foi diretora de projetos e conselheira da empresa júnior Quimera, atuando na implementação de projetos da área de letras, bem como acessibilidade. Atualmente, se dedica ao ensino de línguas e correção de redações para alunos de baixa renda no Pedregal, Novo Gama, GO. Além disso, é coordenadora do Banco de Intérpretes do grupo de Pesquisa e Extensão MOBILANG, da UnB, cujo objetivo é prover auxílio linguístico a refugiados e imigrantes em situações nas quais seus direitos humanos devem ser garantidos. Tem interesse nas áreas de direitos humanos, migrações, refúgio, acessibilidade e inclusão linguística.

 

Bárbara Anubes

Edição: 2016, Brasília, DF

Bárbara Anubes, 18 anos, moradora de Sobradinho. Atua a dois anos em um grupo de acolhimento e reinserção de de homens e mulheres em situação de rua e usuários de drogas.
"Participo do programa Embaixadores da Juventude com o intuito de capacitar-me para liderança e conhecer novos líderes de jovens, além de debater sobre o lugar e a influência da juventude".

 

Daniela Proença

Edição: 2016, Brasília, DF

Daniela Proença, 25 anos, moradora de Águas Lindas de Goiás. É voluntária no projeto ‘Força Jovem Universal’.
“Me inscrevi para o programa porque vi a oportunidade de agregar conhecimento as atividades que desenvolvo no projeto. Além disso, tenho interesse pela pesquisa relacionada à crimes transnacionais, que é uma das áreas de atuação da UNODC. O que mais me chama atenção no Programa é a diversidade de participantes, sendo inevitável a troca de experiência”.

 

Gael Morais de Freitas

Edição: 2020, São Paulo, SP

Gael Morais de Freitas, 23 anos, mora na zona central de São Paulo. É artista e empreendedor. Pretende, até 2021, estabelecer uma instituição sem fins lucrativos que apoia artistas e desenvolve projetos artísticos e culturais, além de ações sociais voltadas para a educação, bem-estar social, autoconhecimento, sustentabilidade ambiental, empreendedorismo e artes para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade socioeconômica e para a sociedade de modo geral.

 

Heitor Cadogan

Edição: 2017, Brasília, DF

Atualmente reside em: Brasília, DF

Heitor tem 24 anos, é bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, gestor de Programas da Junior Achievement do Distrito Federal e trabalha levando programas de empreendedorismo, ética, cidadania e desenvolvimento sustentável aos jovens de todo o Distrito Federal. Atualmente, coordena o Projeto Corredor Verde cujo objetivo é de integrar escolas que possuem práticas sustentáveis em uma determinada região.  Heitor acredita que o Programa concede a ele a oportunidade de conviver com pessoas engajadas na construção de um mundo melhor.

 

Ingrid Ohana Moura Reis

Edição: 2017, Brasília, DF

Atualmente reside em: Ceilândia, DF

Ingrid tem 20 anos, é graduanda do curso de Letras Português como Segunda Língua na Universidade de Brasília (Unb). Tem como foco na vida acadêmica o ensino de segunda língua para indígenas e refugiados e luta diretamente pela igualdade de gênero e raça. Em 2016, participou do grupo "Hub das pretas", criado pelo INESC, cujo propósito é de levar promoção de igualdade às mulheres negras. Em práticas pedagógicas, atua ativamente com direitos humanos e, em 2017, participou do simulado do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

 

Jeconias Vieira Lopes Neto

Edição: 2017, Brasília, DF

Baiano, 26 anos, graduado em Teologia pela UAP-Argentina, trabalha como diretor da Agência de Desenvolvimento e Recursos Assistênciais. É também giretor do Ministério Carcerário Adventista, trabalhando na socio e reeducação dos internos, nas unidades penintenciárias da PAPUDA e Entorno, com projetos de remissão da pena por meio da leitura e rodas de conversa.Tem interesse nas áreas de segurança pública, políticas de drogas no Brasil, Criminologia crítica e socioeducação.

 

Maria Eduarda Lacerda Couto

Edição: 2017, Salvador, BA

Atualmente reside em: Fortaleza, CE

Pernambucana, 25 anos, é socióloga graduada em Ciências Sociais pela UFPE e mestre em sociologia pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia PPGS/UFPE. Atualmente, faz parte da rede de trainees de gestão pública Vetor Brasil e atua como bolsista de inovação em políticas públicas na Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado do Ceará (Seplag). Trabalha diretamente com gestão para resultados (Gpr) em diálogo com a Secretaria de Segurança e de Política sobre Drogas. Em sua trajetória, trabalhou como instrutora de direitos humanos em projeto do Governo de Pernambuco. É cofundadora do projeto Compaixão, voltado para um público em vulnerabilidade social. Academicamente, tem interesse em temáticas sobre juventude, sistema socioeducativo e saúde mental.

 

Mariana D’Alberto Araújo

Edição: 2017, Salvador, BA

Mariana D'Alberto, 21 anos, Bahia. Estudante de direito e estagiária na Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social. Apresenta interesse por projetos relacionados a construção da educação e ao direito à moradia. Mariana acredita que os ODS são ferramentas sobre conexões, empatia, desconstrução, empoderamento, identificação e histórias.

 

Marianna Zawadi Kitenge

Edição: 2020, São Paulo, SP

Marianna Zawadi Kitenge, 24 anos, é da República Democrática do Congo, atualmente mora na Zona Oeste de São Paulo e faz Relações Internacionais na Universidade de São Paulo. Estuda temas relacionados com os Direitos Humanos como Migrações Internacionais (migrantes vulneráveis e pessoas em situação de refúgio), Tráfico e Contrabando de Pessoas e também desenho e implementação de Políticas Públicas para esses assuntos. No momento é bolsista da Clínica dos Direitos Humanos Luiz Gama - CDHLG (trabalha como pessoas em situação de rua), é Co-fundadora do grupo Estudantes Internacionais PEC-G - EI/PEC-G e Vice-Presidente do Laboratório da Juventude Congolesa - LJC.

 

Rachel de Souza Daniel

Edição: 2020, São Paulo, SP

Rachel Daniel, 25 anos, cineasta, pós graduanda em Gestão de Projetos Culturais, mora na Penha, Zona Leste de São Paulo e atualmente atua como produtora audiovisual e educomunicadora, para além disso constrói um coletivo sobre direitos sexuais e reprodutivos com mulheres evangélicas. Com o programa Embaixadores de Juventude, teve como objetivo aprender e fazer parte de uma rede que fortaleça a mobilização das juventudes - principalmente as juventudes religiosas cristãs - para a garantia do estado laico, da igualdade de gênero e de uma cultura que seja democrática, acessível e diversa.

 

Rilque Tiago Souza de Jesus

Edição: 2017, Salvador, BA

Rilque Tiago Souza, conhecido como Rilk MC tem 26 Anos e mora em Lauro de Freitas - BA. Rilque é estudante de comunicação social e fundador do coletivo Tríplice que atua nas comunidades há mais de 10 anos. Rilque acredita que os ODS são ferramentas cruciais para que haja uma transformação social e a promoção da igualdade entre as nações.

 

Roberta Nicole Cordeiro de Souza

Edição: 2017, Brasília, DF

Atualmente reside em: Santa Maria, DF

Roberta, 22 anos, é graduanda em Psicologia e educadora social. Participa de um grupo de pesquisa sobre o atendimento psicossocial às mulheres vítimas de violência doméstica e já integrou um grupo de estudos sobre gênero e sexualidade na perspectiva lacaniana.
Seu interesse por causas sociais, que surgiu no ensino médio quando foi vice-presidente do grêmio estudantil e começou a fazer trabalhos voluntários, aumentou quando, aos 18 anos, conquistou uma bolsa de estudos oferecida pelo Governo de Brasília (GDF) para estudar empreendedorismo social, na George Washington University (GWU).
Recentemente, foi convidada para ser colaboradora da iniciativa Brazil Conference, podendo transmitir o evento na universidade onde estuda, no Centro Universitário do Distrito Federal. Atualmente, é professora de audiovisual em uma escola pública.

 

Wilma João Nancassa Quadé

Edição: 2019, Belém, PA

Estudante de Sociologia pela Universidade de Integração Nacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB), Wilma é originária de Guiné-Bissau e atualmente reside em Fortaleza (CE). É ativista de Direitos Humanos no Brasil e em Guiné-Bissau, e é associada da Associação Juvenil para Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (AJPDH). Ainda em Guiné-Bissau, integrou a primeira edição do projeto Academia UBUNTU, com formação em empreendedorismo e projetos sociais sustentáveis. Já no Brasil, desenvolve pesquisas relacionadas às questões raciais, Direitos Humanos e colonialismo. Wilma destaca o Programa Embaixadores da Juventude como um espaço rico e pertinente de trocas de experiências e intercâmbio de conhecimento.

 

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